Los desafíos del social media para la pyme

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En la actualidad la relación del las audiencias con la información es diferente a la que conocíamos. ¿Por qué? Porque el público ya no depende de los medios para conocer la información, puesto que son las personas las que deciden que es y que no es susceptible de ser noticia a través de las redes sociales como canal. El usuario de las redes crea contenido de forma voluntaria, y decide lo que es relevante.

¿Cómo se traduce este cambio de paradigma en las empresas?

Siempre lo hemos dicho. Si la empresa quiere triunfar en redes sociales necesita cumplir tres reglas de oro: escuchar activamente a sus clientes, compartir experiencias con ellos y comunicar de forma continua.

Una  de las estrategias comerciales que deben ser practicadas por las empresas es la escucha activa alrededor de sus clientes. No debemos olvidar que las redes sociales las forman personas, no las marcas. Nunca debemos colarnos en las conversaciones de los usuarios de forma intrusiva, por ejemplo con mensajes comerciales.

Lo más común es que las personas en redes sociales comentemos nuestras actividades con amigos, actualicemos nuestros perfiles o gestionemos nuestras fotos. Teniendo en cuenta esto, las marcas deberían generar contenidos que conecten con el usuario y lo animen a compartir esa información con sus amigos.

Una práctica recomendable es generar contenidos atractivos, divertidos o innovadores que signifiquen para los usuarios un motivo para relacionarse con la marca.

Por lo tanto, los desafíos para la pyme en las redes sociales son: la gestión de la marca en las diferentes redes sociales, lo que significa la creación de contenidos para cada una de ellas. Importante también es la no irrupción en las conversaciones en las que no se ha “invitado” a esa marca. Por último, es primordial cuidar los contenidos para que resulten interesantes al usuario

 

 

Autor: Ángeles Montecelo

Ángeles Montecelo es la actual responsable de marketing y comunicación de Tórculo Comunicación Gráfica. Licenciada en Publicidad y Relaciones Públicas por la Facultad de Ciencias de la Comunicación de la Universidade de Europea de Madrid . Licenciada en periodismo (UEM). Máster en Dirección Comercial y Marketing por la Escuela de Negocios Novacaixagalicia. Desde el año 2007 es responsable de marketing de Tórculo Comunicación Gráficas, y desde hace dos años coordina también la plataforma Meubook en el ámbito del marketing colaborando en diferentes proyectos digitales.

3 comentarios

  1. Si usted piensa contratar el antivirus Nortón on lain piénselo antes. Una vez contratado no podrá darse de baja por ningún medio. Y le seguirán cobrando año tras año, aunque no lo use, a través del número de tarjeta que le facilitó en su día. Obligándole a dar de baja la tarjeta de débito. Única forma de que no le cobren por un servicio que no tiene. Saludos.

  2. Rodrigo,muito bons seus comente1rios, o que nos leva a apofaundrr o assunto.Digamos, que a geste3o de conhecimento vem justamente da estreiteza das pessoas por gerenciar a informae7e3o.Como os gestores da informae7e3o deixaram as pessoas de lado, resolveram criar outro nome e outra e1rea para esbarrar no mesmo muro.Que e9 um problema conceitual be1sico do que afinal e9 informae7e3o e conhecimento, por isso fiz aquele texto da batata. (Ver no blog)Para que um processo informacional ocorra e9 preciso lidar com pessoas, pois sf3 existe informae7e3o e conhecimento em relae7e3o, todo o resto e9 vazio.Ne3o e9 por mal que fomos estreitando essa vise3o.Compreender que qualquer projeto, pequeno ou grande, depende exclusivamente de pessoas e9 algo difedcil de lidar, pois o ser humano e9 no nosso planeta o ser mais complexo que existe.Cada pessoa permite mil variantes, humores, situae7f5es, condicionamentos, etc .Um setor especedfico e deslocado de sua verdadeira fune7e3o, acaba ne3o tendo fore7a para lidar com esse ambiente propedcio e cai para o te9cnico, o pobre, o vazio por falta de pernas e e0s vezes, por falta de vise3o conceitual do problema.Viram bibliotece1rios, arquivistas, quando deveriam zelar tambe9m pelo ambiente, pois se ningue9m vai e0 biblioteca por falta de motivae7e3o, a biblioteca e9 apenas um lugar para se relaxar, curtir o sileancio e tomar um banho de ar condicionado. Ou seja, quando se fala em informae7e3o e conhecimento, para coisas concretas e9 assim uma forma de reduzir a dificuldade do problema, deixando o principal de lado.O problema, portanto, me parece, antes de tudo, conceitual. Castells no texto The Network Society fala um pouco disso ao afirmar que ne3o vivemos na sociedade do conhecimento mas em mais uma e avisa que teremos problemas se9rios, em fune7e3o desse erro tef3rico. Concordo.Ao criarmos na empresa setores de informae7e3o ou de conhecimento estanques e isolados nos tirou o poder e a possibilidade de perceber que basicamente o que deve se trabalhar e9 o ambiente informacional, antes de tudo, que, na verdade, e9 o prf3prio ambiente da empresa que vai permitir que tudo isso acontee7a.Uma empresa que trabalha sob chicote, tere1 pouco espae7o, por exemplo, para a criatividade, curiosidade, tre2nsito de informae7e3o, e o que fare3o os nossos gestores???Claro, que a parte te9cnica da organizae7e3o dos registros e9 fundamental para dar suporte a esse movimento, mas ne3o pode ser reducionaista, como e9 hoje Podemos optar assim pela geste3o do ambiente do conhecimento, geste3o do sistema de conhecimento geste3o do ambiente informacional, o que me agradaria mais e ficaria mais coerente com o que estamos falando.Note que o ambiente e9 algo intangedvel, mas no todo pode ser gerenciado, pois e9 formado por coisas concretas que existem e se relacionam.Volto a dizer o conhecimento e9 relacional e potencialmente possedvel, dependendo do ambiente que se cria.Se vamos chamar geste3o do conhecimento para reduzir o nome, um apelido, tudo certo, mas sob o risco das interpretae7f5es que acabam acontecendo Muita gente que trabalha com GC, na verdade, je1 encara o projeto dessa forma, entende que deve ser um esfore7o coletivo, que trabalha diretamente com o poder central e que deve ser formada por basicamente diversos perfis.Nem sempre uma e1rea, que cria uma burocracia, mas um grupo permanente de trabalho, por exemplo.Ou seja, manter o ambiente da empresa para que ele possibilite a inovae7e3o e a criatividade.Como falar em algo assim sem o RH, TI, as e1reas especedficas, pessoal de informae7e3o, trabalhando de forma integrada ???Podemos, se quisermos, em falar de metas desse grupo, por exemplo, em promover a geste3o da mudane7a da empresa 1.0 para outra 2.0.E um grupo de trabalho e ne3o um setor formal que todos os departamentos discutiriam o ambiente de conhecimento interno para ser cada vez mais aperfeie7oado.Ao questionar a geste3o do conhecimento esse nome em si, veja, que estamos batalhando contra o reducionismo que acaba ocorrendo, que e9 justamente de sf3 gerenciar o palpe1vel e ne3o o intangedvel, diferente de como vocea entendeu a queste3o.Assim, vou apelar para Espinosa, citado no livro Direito Autoral da antiguidade a Internet de Joe3o Henrique da Rocha Fragoso. A maioria dos erros consiste apenas em que ne3o aplicamos corretamente o nome e0s coisas .Vocea concorda?Grato pela visita.

  3. Nepo,Ontem coloquei a setiunge frase no twitter: Tem horas que o feije3o com o arroz e9 bem mais saboroso que o file9 mignon Me perguntaram quando isso acontece.Respondi: Quando a fome ne3o e9 vontade de comer, quando a necessidade de fazer e9 maior que a de aparecer Ne3o sei se o twitter de fato cria cultura ou e9 apenas um dos resultados de uma sociedade que vive do espete1culo, como disse Guy Debord em 1967! As ide9ias se aperfeie7oam. O sentido das palavras tambe9m. O plagiato e9 necesse1rio. O avane7o implica-o. Ele acerca-se estreitamente da frase de um autor, serve-se das suas expressf5es, suprime uma ide9ia falsa, substitui-a pela ide9ia justa. (Guy Debord)Como li no prf3prio twitter recentemente: o twitter e9 a prova de que os leitores de tedtulos venceram . Sere1?Sim he1 muitos que falam mas poucos que efetivamente pensam. Mas prefiro acreditar que o nfamero de leitores credticos tambe9m este1 crescendo. Alguns RTb4s je1 requalificam o que foi dito evoluedmos.Com relae7e3o a minha estrate9gia de sobreviveancia na twisfera, ne3o sei se e9 a mais coerente, mas fico conforte1vel: eu simplesmente ignoro o nfamero de seguidores que tenho, se perco, se ganho, ate9 porque muitos oportunistas te seguem apenas para serem seguidos (e o mais bacana e9 que acreditam que esta estrate9gia e9 vanguarda ). Tem fakes, vedrus, loucos, como na vida real , tem de tudo portanto, I donb4t care.Fae7o constantes atualizae7f5es em quem sigo e me preocupo em expor tudo o que penso de forma a contribuir com alguma coisa, seja atrave9s de um insight profissional ou uma simples risada para suavizar o dia.Acredito ser a melhor forma de viver por le1, porque existir apenas ne3o de1 tanto trabalho Abrae7os!

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